segunda-feira, 31 de julho de 2017

Itamara Martins Rzezak - Obstinado (Conto)

Sinopse:
Thaiene, uma mulher marcada pelo passado, traz consigo traumas de seus relacionamentos anteriores. Marcos, advogado, imponente, faz das mulheres objeto. Após anos trabalhando no mesmo escritório, Thaiene e Marcos, estarão preparados para viver um grande amor? ou ambos estarão presos ao passado? (+18 anos)










Resenha:
A história conta o que acontece com uma parte das pessoas que trabalham a tanto tempo em um mesmo emprego e não é valorizado. Thaiene é uma advogada que, apesar de querer voar com suas próprias asas, está amarrada a empresa que tanto a suga. Ela não consegue se livrar do seu instinto de ajudar, o que a faz se esquecer de si mesma.
Narrado em primeira pessoa pela mocinha, acompanhamos seu desencantar pela empresa que trabalha e se apaixonar pelo homem que tanto a menosprezou, Marcos, filho da dona do escritório.

Com toques de vida real, esse conto nos apresenta a realidade nua e crua, de quando nos entregamos e nos doamos para as pessoas erradas. Preparem-se para o despertar de emoções quando chegar ao final dessa história.


Autora: Itamara Martins Rzezak Facebook

Sobre a autora: Psicóloga Graduada pela Universidade São Judas Tadeu formada há nove anos, especialista em Psicopedagogia e membro da Federação Brasileira de Terapias Cognitivas (FBTC), casada há oito anos, mãe.

Atualmente além de estudar, pesquisar, trabalha como Psicoterapeuta Clínica com abordagem Terapia Comportamental Cognitiva em São Paulo.

Onde comprar:

M. S. Fayes - Mares Tempestuosos - Spin-off de O Retrato da Condessa

Sinopse: Um Corsário obstinado, que nunca se sentiu pertencente às regras impostas pela sociedade do Século XIX.


Uma repórter curiosa, disposta a averiguar a verdade por trás do sumiço de sua amiga Laura Jameson.

Um encontro mais do que inesperado e surreal, que transcende qualquer sonho que os dois pudessem ter sonhado.

Sir Eric Longham e a intempestiva Melissa Rathbone precisarão aprender a enfrentar, juntos, as adversidades que surgirão à frente, mesmo que para isso se vejam diante de mares tempestuosos.



Resenha:
Assim que concluído “O Retrato da Condessa”, corri para conhecer um pouco mais sobre o pirata, ops, corsário Eric. Ele era ousado, destemido e... não estava pronto para conhecer e se torar íntimo de uma mulher moderna como Laura, muito menos do futuro amor de sua vida, Melissa.

Impossível não comentar sobre a linda capa, que atraiu minha leitura em efetivo.

Seguindo o estilo da narrativa do primeiro livro, em terceira pessoa, M. S. Fayes conseguiu mesclar passado e presente com muita maestria, cheio de sarcasmo e choque de cultura. Impossível for ler e não rir em alguns momentos.
“Eric pegou seu braço delicadamente e uma onde de choque passou pelos dois. Aquilo já estava ficando embaraçosos. Melissa imaginava que algum dia poderia ser eletrocutada pela corrente elétrica.”


Melissa estava à procura de Laura, sua amiga apaixonada pelo Conde Vicent. Ela queria fazer a maior matéria do século e usando a mesma artimanha da amiga, seguiu para Londres de 1800 e bolinha. No outro século, a protagonista se vê sob os cuidados de Eric, o libertino e despudorado corsário.
Entre a viagem até encontrar sua amiga e não se apaixonar por esse homem nem um pouco moderno pelos seus padrões, Melissa embarca nos riscos e aventura de estar ao lado de um homem temido e por alguns, odiado.

A paixão entre os dois é teimosa, contida e muito divertida. Enquanto em pensamentos, eles se veem entre o amor e a luxúria, da boca para fora, eles são ironia e confusão.
“se havia um lugar onde ela deveria dormir era em sua cama, entre seus lençóis, depois de uma noite ardente de amor.”


Apesar de comentado no livro anterior, no final dessa apaixonante história, descobrimos o verdadeiro motivo de toda essa “viagem” entre os tempos acontecer. 

Autora: M. S. Fayes Facebook HomePage

Sobre a autora: M. S. Fayes é o pseudônimo de Martinha Fagundes, conhecida na internet por suas divagações sarcásticas sobre todos os tipos de livros.

De leitora ávida e curiosa para escritora foi um pulo. Esposa, mãe de dois rebentos, dona de casa, fisioterapeuta, professora, blogueira, desenhista e escritora, ela encontra em suas múltiplas personalidades a inspiração para criar seus personagens.
Incansável, ela sempre está criando um universo próprio, com bastante romance e emoção. De sua cabeça saem simultaneamente várias histórias, onde o foco principal é o próprio leitor.

Onde Comprar:
Amazon

M. S. Fayes - O Retrato da Condessa

Sinopse:
Ela não sabia o que o destino lhe reservara. Ele não imaginou o que o futuro lhe traria.Num encontro casual, Laura e Vincent veem suas vidas mudarem drasticamente. Passado e futuro se juntam de maneira espetacular, em um amor atemporal. Quando Laura viajou com suas amigas para um hotel charmoso em Londres, não esperava se deparar com um homem elegante e de porte aristocrático em seu quarto. Se Vincent Kildare, Conde de Lilwith, conseguisse usar apenas uma palavra para descrever os eventos que vivenciou, certamente seria "inacreditável". Dois mundos diferentes, que colidem e resultam num amor que nem mesmo o tempo pode apagar.


Resenha:
Depois de muito protelar essa leitura, descobri que ela entrou na minha estatística: livros que me surpreenderam. Já deveria imaginar, porque tudo o que a autora escreve, normalmente ou me encanta, ou me apaixona.

Uma narrativa em terceira pessoa cheia de humor, ironias e sentimentos, M. S. Fayes consegue transformar algo que poderia ser impessoal, por não ser em primeira pessoa, por algo divertido e muito próximo das personagens.


Em uma mescla de passado e presente, Laura faz uma viagem até Londres e enquanto ela estava secando o cabelo no banheiro de seu quarto de hotel, descobre quem um homem nem um pouco atual está deitado na sua cama.
Vicent, um homem do passado, nem um pouco acostumado com a liberdade que Laura tem, percebe que fica atraído e encantado, mesmo querendo voltar a sua época e seus costumes. Achei muito interessante esse choque de cultura e realidade e como eles souberam lidar com isso.
“Quando finalmente se descobria arrebatada pelo sentimento mor da humanidade, ela também percebia que a diferença entre eles não era somente social, mas sim de costumes.”


Alguns podem ter reclamado que a história é curta, mas achei ela ideal e empolgante, já que sou apreciadora de narrativas nesse estilo.

Autora: M. S. Fayes 
Facebook HomePage

Sobre a autora: M. S. Fayes é o pseudônimo de Martinha Fagundes, conhecida na internet por suas divagações sarcásticas sobre todos os tipos de livros.

De leitora ávida e curiosa para escritora foi um pulo. Esposa, mãe de dois rebentos, dona de casa, fisioterapeuta, professora, blogueira, desenhista e escritora, ela encontra em suas múltiplas personalidades a inspiração para criar seus personagens.
Incansável, ela sempre está criando um universo próprio, com bastante romance e emoção. De sua cabeça saem simultaneamente várias histórias, onde o foco principal é o próprio leitor.

Onde Comprar:

Daniela Buselato – Trilogia Inevitável 01 – Inevitável (Editorial Hope)

Sinopse:

Juliana estava prestes a completar dezoito anos, mas ela não imaginava que sua vida mudaria alguns dias antes do tão esperado dia.

Ele chegou de mansinho e o mundo sombrio e escuro dela tornou-se colorido. Curiosa e atrevida, ela tenta deixar o passado enterrado, porém, o destino faz com que ela tenha que compartilhá-lo para que possa sobreviver a Eduardo, alguém cujo todos os padrões parecem estar invertidos.
Másculo, intenso, afrodisíaco, a personificação de um deus grego.
Eduardo não entende o que encontra nela. Juliana possui algo diferente, o que acaba por
despertar sentimentos que há muito tempo esconde debaixo de sua máscara de homem inabalável. O estilo de vida de ambos é incompatível.
Atração, sensualidade e ingenuidade dentro de um rosto angelical de olhos castanhos esverdeados desconcertantes. Um corpo feito de curvas, feito pra o pecado e sonhos eróticos inimagináveis.
Dor e prazer. Medo e paixão. Desejo e entrega.
Ambos vão descobrir que a realidade é bem distante da utopia dentro das quatro paredes, mas que dentro dela não há limites.


Resenha:
Uma adolescente terminando o ensino médio e um homem no ápice da sua carreira profissional. Entre a diferença de idade e de conceitos sobre amor e prazer, esse casal começa seu relacionamento com muita confusão e incerteza.

A história é narrada por Juliana, uma garota com uma bagagem traumática nas costas e que gostaria de chegar a faculdade sem alardear sua presença. Eduardo, que contribui com a narrativa com alguns pensamentos, é primo do antigo namorado de Juliana e sem entender sua atração pela menina, ele investe todo o seu tempo e sanidade em conquistá-la.
“— Mas que porra de mulher é essa que me deixa sem ar e ansioso desse jeito. O que ela tem?”


Eduardo, apesar de adulto e bem-sucedido, possuí conflitos internos de auto aceitação sobre seus gostos peculiares e nem um pouco tradicionais, tornando-o quase um adolescente. Os protagonistas discutem muito, por não revelar suas verdadeiras facetas, Juliana pelo seu passado obscuro e Eduardo, por ter atração pela dor.
“A dor e o prazer são linhas tênues, adam lado a lado e tudo é psicológico.”

Entre escola, festas e o aniversário da Juliana, a história segue com muito mistério. Por ser o primeiro livro de uma trilogia, a história termina com gostinho de quero mais.

“— A impressão que tenho é que você é um mistério e que cada capítulo é uma incógnita.”

Autora: Daniela Buselato Facebook Wattpad

Sobre a autora: Natural de Capinzal, no Oeste da Santa e Bela Catarina, escreve desde seus 15 anos, virginiana perfeccionista, detalhista e não consegue fingir quando não gosto de algo, tem uma risada contagiosa e aprecia boas companhias.
“As pessoas e seu cotidiano são a base dos meus romances, tenho como pano de fundo pessoas reais, dados reais, cidades e locais reais”
Gosto de ler, mas amo escrever… Sou uma pessoa reservada mas não tímida.

Onde comprar:

sábado, 29 de julho de 2017

Entrevista com Veveta Miranda

Veveta Miranda, é o pseudônimo usado por Flavia Ivete, natural de Jacareí - interior de São Paulo, é estudante de psicologia. Apaixonada por livros, series e filmes achou que nunca achou que teria criatividade para escrever um livro e desafiou-se a tentar. Hoje está escrevendo seu terceiro livro que está sendo postado no Wattpad e logo estará lançando Eterno, seu primeiro livro na Amazon e em físico. “Escrevo por diversão, para fazer com que meus leitores sejam levados a uma realidade paralela, onde apesar de todos os percalços, o amor e a verdade prevalecem sempre.”



1. Quem é Veveta Miranda dentro do mundo literário (leitor e escritor) e fora dele?
Meus mundos de fundem de uma maneira maravilhosa, acredito que sou a mesma tanto dentro como fora do mundo literário, com uma pequena diferença, em meu mundo literário me permito visualizar um mundo melhor, uma realidade paralela que infelizmente não existe, já fora dele tento manter os pés no chão e procuro não esperar demais das pessoas, pois podemos nos machucar muito.

2. Você busca, em seus livros, entreter, deixar uma mensagem ou os dois? Comente um pouco sobre isso.
Os dois, precisamos de uma distração, de algo que nos divirta e nos faça sair um pouco desse nosso mundo tão cheio de maldades e tragédias. Acredito que temos que ter algo em que nos agarrar, algo que nos dê esperança de um mundo melhor.

3. O que podemos esperar da série "Para Sempre"?
Momentos de muito amor e superação, apesar dos meus livros terem um pouco do clichê, gosto de fugir do “ex” que aparece e faz com que os mocinhos se separem, em todos os livros o único culpado pela separação são as atitudes dos próprios casais, por mais que exista um “ex”, na história, a insegurança, mal entendidos e medo do casal que os afastam.

4. Quais são os desafios na hora de escrever?
Conseguir conciliar a faculdade com a escrita, o último ano de faculdade está bem puxado, mas tirando isso não consigo ver outros desafios, já que escrevo pra me divertir, por prazer. Acredito que quando escrevemos em primeiro lugar para nós mesmos, tudo fica mais divertido.

5. Quais são os desafios na publicação dos seus livros?
Infelizmente no Brasil, tudo é muito caro, e publicar livro no Brasil é um grande desafio, já que é muito complicado competir com títulos americanos bem mais em conta do que os brasileiros. Mas como dizem... Sou brasileira e não desisto nunca! Acredito que um dia vamos entrar numa livraria e ver 80% dos nossos livros em destaque.

6. Nos conte um pouco sobre os planos para 2017.
Até o final do ano, quero ter publicado toda a série Para Sempre na Amazon, em agosto, teremos o livro 2 na Amazon, e o final do livro 3 no Wattpad, vou me dedicar nesse segundo semestre para a revisão além do meu TCC. Volto com novos livros em 2018, já tenho personagens gritando em meu ouvido, querendo ter suas vidas narradas.

7. Deixe-nos uma mensagem!
Quero agradecer de todo coração a todos meus leitores, pela paciência e compreensão, em julho teremos o final de Voltei por Você.
Agradeço também a todos pelo carinho, e que nada em minha caminhada literária seria possível senão fossem por vocês!
Amo todos vocês incondicionalmente!

Entrevitsa com Sabrina Lucas

Sabrina Lucas, é Catarinense, 36 anos. Nascida em Xanxerê, reside atualmente em Palhoça.
Formada em Processos Gerencias e MBA em Gestão de Pessoas com ênfase em Recursos Humanos, ela é uma romântica incorrigível, uma leitora compulsiva.

Desde a escola, gostava de escrever poemas. Em 2014 com incentivo de algumas amigas que conheceu nos grupos de leitura nas redes sociais, ela decidiu então colocar suas divagações no papel.





1. Quem é Sabrina Lucas dentro do mundo literário (leitor e escritor) e fora dele?
Sabrina Lucas dentro do mundo literário é uma romântica incurável. Faço de minhas divagações um gigante castelo de sonhos. 
Fora do meu mundo perfeito literário eu sou uma profissional voltada para área de gestão comercial e de pessoas.

2. Você busca, em seus livros, entreter, deixar uma mensagem ou os dois? Comente um pouco sobre isso.
Procuro sempre passar de alguma maneira uma mensagem que nos faça refletir. Gosto de dramas, eles sempre me fazem chorar.

3. O que podemos esperar da série "Cicatrizes"?
Drama, amor, perdão e acima de tudo, superação.

4. Seus livros possuem a dose certa de drama. É seu único foco na escrita ou irá explorar outros mundos?
Sou dramática por natureza, embora na escrita procuro dosar. 
Dentro disso procuro fazer da entrega sexual do casal um grande acontecimento.

Então meu gênero é romance hot com drama.

5. Quais são os desafios na escrita e publicação dos seus livros?
Estou com novos projetos.
Assim como a maioria dos autores, espero conquistar meu lugar ao sol.

6. Nos conte um pouco sobre os planos para 2017.
Nesse ano, pretendo publicar dois livros. Estou trabalhando muito pra isso, espero conseguir alcançar minha meta pessoal.

7. Deixe-nos uma mensagem!
Quero agradecer a cada um de vocês que me prestigiaram ao ler a minha entrevista.
Obrigada a todas vocês que me acompanham desde o início de minha carreira como autora.

Beijos no coração de todos vocês.

Entrevista com Raíssa Nantes

Resendense, 27 anos. É blogueira do blog literário Livros Românticos, apaixonada por gatos, heavy metal , ama por no papel as fantasias que tem na cabeça. Divide seu tempo livre após o trabalho de auxiliar administrativo com trabalhos artesanais e muita leitura.

Rascunha romances desde os 16 anos, mas só em 2014 se aventurou a mostrar seus escritos utilizando a plataforma Wattpad para publicar Se Eu Fosse Cinderela - título antigo de Verdades Sobre Mim: Revelações - que bateu a marca de 45.000 leituras, sem a obra estar completa. Hoje a autora não publica mais pela plataforma.



1. Quem é Raíssa Nantes dentro do mundo literário (leitor e escritor) e fora dele?
R: Ah! Essa é difícil, dentro do mundo literário é sempre mais fácil falar, fora dele já me complica um pouco, pois no geral sou muito reservada, gosto muito de ser eu mesma e isso incomoda, sou impaciente por que algumas coisas me tiram do sério muito fácil e normalmente não me oponho a mandar ninguém ir catar coquinho. Então para escapar de tudo isso e evitar problemas me abrigo na leitura, que é minha grande motivação para começar a escrever. Dentro de um livro eu viajo e escrevendo um faço com que viajem comigo, por isso gosto tanto desse universo de papel. 

2. Você busca, em seus livros, entreter, deixar uma mensagem ou os dois? Comente um pouco sobre isso.
R: Eu sempre digo que escrevo romances que eu gostaria de ler, normalmente não penso em deixar nenhuma mensagem, porque gosto de ler para relaxar, mas o fato de tomar cuidado para romantizar certas coisas e criar personagens fortes e de personalidade acaba trazendo além do entretenimento uma lição ou outra, mas não é proposital... simplesmente acontece! 

3. O que podemos esperar da série "Verdades"?
R: Bem, acho que não vão ter de esperar muito... rs. Recomeços, que é o ultimo volume da duologia, está quase na metade e vai vir com a mesma carga dramática que Revelações trouxe. Josh precisa saber quem é, precisa lidar com seus vícios e amadurecer e Alice precisa descobrir os motivos de sua mãe estar sempre distante dela. Não sei se para a alegria ou desespero de quem acompanha a duologia, estou pretendendo escrever o SpinOff (Hoje e Sempre) - que contará a história de Natan e Megan, os pais de Melanie (Revelações), acho que as pessoas precisam conhecer a dor dessa mulher que perdeu 20 anos da vida presa em uma clínica psiquiátrica. Ela e Natan merecem uma segunda chance para viver esse amor e quero dar isso a eles, pois merecem depois de tudo que passaram nas mãos de Melissa.

4. Quais são os desafios na hora de escrever?
R: Meu maior desafio é a inspiração na hora errada e os brancos abruptos que duram semanas, ás vezes meses. Eu gosto de escrever quando estou inspirada e a danada da inspiração tem as melhores horas para aparecer, como antes de dormir, enquanto caminho ou estou fazendo algo que não me permite parar e continuar a escrever. E vai embora tão logo ela deseja também, então meu processo de escrita acaba sendo um pouco mais moroso,  somada a todas as responsabilidades que tenho e que rouba um tempo precioso pra mim.

5. Quais são os desafios na publicação dos seus livros?
R: Por publicar independentemente, meu maior desafio acaba sendo, além de toda a produção (capa, revisão e publicação) a divulgação. Muitos leitores ainda torcem o nariz para um autor independente, é como se publicar por uma editora fosse indicador de qualidade para a obra, quando não é. Ter tempo para me dedicar a divulgação do meu trabalho também é escasso, pois como faço tudo e um pouco mais, acabo não conseguindo me dedicar o suficiente para que meu livro alcance mais leitores.

6. Nos conte um pouco sobre os planos para 2017.
R: Bem, tenho duas publicações programadas para esse ano. Temos aí um romance de época com mistérios, drama, fantasmas, romance, sequestros e tudo o mais. Estou quase acabando a revisão dele e deve sair na mesma época que o ultimo volume da duologia Verdades, que não abro mão de publicar ainda esse ano. 

7. Deixe-nos uma mensagem!
R: Antes de mais nada agradeço a oportunidade de estar participando do seu blog, nós autores/editoras não seriamos nada sem blogueiros sérios e responsáveis nos apoiando. O Brasil ainda sofre uma grande defasagem cultural e mídias literárias não muito importantes para que possamos começar a mudar esse quadro. Então, além de boas leituras, desejo-lhes sucesso!

Entrevista com P. F. Gomez

P.F.Gomez é casada, tem dois filhos, um menino e uma menina e mora na região metropolitana de Campinas-SP.
É uma leitora voraz, ama a sua família e escrever é um desafio, uma distração e a realização de um sonho.
Patrícia é professora, pedagoga e psicopedagoga, nossa resenhista e uma das administradoras do blog Cinderelas Literárias. Todas as quintas-feiras também podemos conferir suas crônicas na fanpage Lig@ dos 7.
Artesanato, dança, música, literatura, são grandes paixões, bem como a culinária e o ensino.

Sua primeira obra publicada foi o conto de humor Na dúvida, fique em casa (um conto hilário, cura qualquer ressaca literária e ainda alivia a TPM), já resenhado aqui, e pode ser encontrado na Amazon (link aqui). Ele é o primeiro de uma série de mais onze contos.




1. Quem é P. F. Gomez dentro do mundo literário (leitor e escritor) e fora dele?
Sou uma leitora inveterada e uma escritora cheia de ideias e histórias para contar (mais do que tempo que tenho para ler e escrever!), sou mãe, esposa, profissional, blogueira, cronista, cheia de sonhos e aprendendo a lidar e me adaptar a alguns percalços da vida, assim como todos sempre têm!

2. Você busca, em seus livros, entreter, deixar uma mensagem ou os dois? Comente um pouco sobre isso.
Acredito na literatura como entretenimento. Certamente há mensagens em nossas histórias, que acompanham o enredo dos personagens, com suas angústias e paixões, a arte imita a vida e vice versa. Nunca tive a experiência de escrever com o objetivo de passar uma mensagem específica, mas tenho a clareza de que os leitores podem e levam as mensagens implícitas em nossa escrita para sua vida.

3. O que podemos esperar da série "Magia & Sedução"?
É uma série com cinco livros, cada qual contando sobre um casal, mas com um enredo de fundo que une todos... Foi uma história que surgiu bem clara em minha mente mas que precisou ser dividida para que fosse bem contada. A temática cigana, a magia, tarô, tantra, ioga, dança, música e mistérios cercam e entrelaçam os destinos de todos os personagens.

4. Quais são os desafios na escrita e publicação dos seus livros?
O maior desafio é com relação à divulgação. Conto com o apoio do meu marido para digitar muitas vezes devido à algumas limitações físicas. Também conto com amigas maravilhosas, como a Mari Sales, que revisa e faz a diagramação, bem como a Débora Barroso que também revisa. 

5. Nos conte um pouco sobre os planos para 2017.
Em primeiro lugar, lançar A Rosa Enfeitiçada físico, lançar Sentença de Amor e Cartas Marcadas (o segundo da Série Magia & Sedução) além de alguns contos e projetos.

6. Deixe-nos uma mensagem!
Obrigada pelo apoio e divulgação! A literatura nacional é uma questão de paixão e um mundo paralelo que atrai alguns aficionados como nós! Convido a leitura de minhas obras!

Entrevista com Mila Maia

Mila Maia tem 22 anos, é baiana, Pedagoga e uma leitora voraz que resolveu se arriscar no mundo da escrita. Viciada em romances, gênero em que se encontrou como escritora.
Seu primeiro livro, Mais uma chance para o amor, é o primeiro da Trilogia Chances e está fazendo muito sucesso na plataforma wattpad com mais de um milhão de leituras, a autora também possui outras obras no wattpad e na amazon. e foi uma das ganhadoras do concurso Best of The Best da Young.






1. Quem é Mila Maia dentro do mundo literário (leitor e escritor) e fora dele?
R- Mila Maia escritora é sonhadora, e bem rígida consigo mesmo haha Fora da escrita é formada em Pedagogia e apaixonada por livros e gosta de passar o tempo livre assistindo séries ou filmes ?

2. Você busca, em seus livros, entreter, deixar uma mensagem ou os dois? Comente um pouco sobre isso.
R- Os dois, eu acho que os livros são uma ótima válvula de escape e por isso através deles tento conscientizar as pessoas de coisas importantes, passando uma mensagem positiva ou de alerta através deles.

3. O que podemos esperar de Mais uma Chance para o amor?
R- Um romance com situações comuns que podem ter acontecido com você ou com alguém próximo. Um livro que fala o quão é belo dar mais uma chance a aqueles que amamos. ?

4. Quais são os desafios na escrita e publicação dos seus livros?
R- Bem, o tempo para escrever, os bloqueios haha e imprevistos que acontecem. Ser autor independente exige coragem ?

5. Nos conte um pouco sobre os planos para 2017.
R- Publicar todos os meus livros já escritos na amazon e em físico e claro, escrever alguns projetos que tenho em mente. 

6. Deixe-nos uma mensagem!
Foi um prazer responder a entrevista! Obrigada pela parceria e espero que vocês gostem dessa entrevista e que tenham ficado curiosos para conhecer os meus livros e contos.?


Entrevista com Middian Meireles

Filha única e nada mimada. Mas ainda assim eu era aquela menina que trocava um quarto de brinquedos, por uma caneta e um papel, mesmo antes de aprender a escrever. Era aquela que escrevia no diário sobre o seu dia-a-dia, mas também sobre seus medos, sonhos e desejos. Aquela que odiava matemática, mas adorava Redação. Hoje, Mãe, esposa, amiga, viciada em maquiagem e sapatos. Aquela em que sua fiel companheira para a Insônia são os livros, e por essa paixão resolveu usar a imaginação e escrever suas próprias estórias.







1. Quem é Middian Meireles dentro do mundo literário (leitor e escritor) e fora dele?
Míddian é uma viciada em livros, que um dia resolveu usar sou louca imaginação e criar suas próprias histórias. Alguém que encontrou-se na escrita, redescobriu-se através das palavras, novas histórias e personagens.
Hoje com vinte e poucos anos é Mãe, esposa, amiga, viciada em maquiagem e sapatos. Aquela em que seus fiéis companheiros para a Insônia são os livros. ?

2. Você busca, em seus livros, entreter, deixar uma mensagem ou os dois? Comente um pouco sobre isso.
Um pouco de tudo. Adoro livros que trazem não apenas dramas, romantismo, mas risos, mistérios, algo de bom para o leitor. 

3. O que podemos esperar da série Real?
Hummm... Mais mistérios, suspenses, risadas, romance, erotismo e como o próximo da Série contará a história do Taddeo e da Eva, também teremos muita mentira envolvida. ??

4. Percebi que há muito humor nos seus livros. Essa é uma constante no seu dia a dia?
Sim. Uso humor no meu dia-a-dia porque às vezes um bom riso é o que não apenas precisamos, mas o que alguém precisa ouvir também. Para que levar a vida tão a sério né? 

5. Qual foi o livro mais divertido de escrever?
Nossa! Pegadinha essa! Kkkkk Todos tem humor no enredo, a personagem mais engraçada, que tem suas tiradas, sem dúvida é Steph. Mas acho que O Executivo e a Periguete é o livro que mais me diverti em escrever. Se bem que #DesaPega, meu próximo lançamento, talvez considerem ainda mais engraçado. 

6. Quais são os desafios na escrita e publicação dos seus livros?
No quesito escrita, é sempre minha insegurança. Sou muito insegura, principalmente quando se trata de cena erótica. Nunca acho que estão boas. Rs Já na publicação, sem dúvidas os desafios que os autores tem de enfrentar no mercado editorial. Especialmente quando somos independentes. 

7. Nos conte um pouco sobre os planos para 2017.
Nossa, tenho tantos planos! Rs Só não sei se o ano tem mês suficiente para eu dar conta deles. Kkkkkkkkk Então, esse mês de junho teremos #DesaPega. Em Agosto, pretendo lançar Entre Idas e Vindas, o livro 4 da Série Destino, que conta a história de Henrique e Mia, amigos de Luca e Sophia que tiveram sua história contada em uma trilogia. 
Outubro pretendo lançar Música em Mim, que conta a história de um rock star. 
Em Dezembro pretendo finalizar a série Real, com Uma Mentira Quase Nobre. 

8. Deixe-nos uma mensagem!
Primeiro quero agradecer a Mari pelo carinho e apoio. Foi um prazer poder falar um pouquinho mais com vocês. Quero agradecer também o carinho de cada leitor que me permite viver esse sonho, pois graças a eles ainda estou aqui. Espero que ainda tenhamos muitas histórias lindas para contar e viver!?

Entrevista com Maria Aparecida

Maria Aparecida Pinheiro nasceu em São Paulo em 1993 e sempre gostou de romances , mas foi em 2013 que conheceu a literatura erótica e em 2015 conheceu a plataforma do wattpad onde resolveu escrever o seu primeiro romance. Desejos Secretos é um romance hot entre padrasto e enteada que já está disponível na Amazon   com dois capítulos extras e  marcadores.







1. Quem é Maria Aparecida Pinheiro dentro do mundo literário (leitor e escritor) e fora dele?
Dendro do mundo literário  eu sou uma pessoa que admira os autores do wattpad lê vota dependendo do livro até divulga para o autor e compra os livros físicos quando eles são lançados . Como escritora eu gosto de histórias que não sejam clichês , busco escrever oque os outros escritores ainda não fizeram e mostro que  duas pessoas humildes com um bom contraste de idades podem se apaixonar e serem muito felizes juntos

2. Você busca, em seus livros, entreter, deixar uma mensagem ou os dois? Comente um pouco sobre isso.
Eu busco fazer os dois ,quando escrevemos queremos deixar uma mensagem , mas sem deixar a historia chata e sim fazendo isso de forma sutil  e acho que eu consegui fazer isso.

3. O que podemos esperar de Desejos Secretos?
Um romance erótico com conflitos, assuntos polêmicos e cenas hots claro.

4. Quais são os desafios na escrita e publicação dos seus livros?
Na escrita são as cenas hots , pois é muito difícil narrar tudo sem deixar confuso e dar o brilho necessário a cada uma  das cenas. 
Já a dificuldade da publicação é o preço , pois é muito caro e além  disso você tem que viajar para ir nesses eventos com a editora , pagar hotel , alimentação entre outras coisas e sai bem caro

6. Nos conte um pouco sobre os planos para 2017.
Eu não tenho novos livros para 2017 mas quem sabe mais para frente eu faça outro livro ? Gostaria de fazer uma nova historia,mas por enquanto estou sem ideia

7. Deixe-nos uma mensagem!
conheçam um pouco do meu trabalho e dêem a sua opinião sincera, pois isso me ajuda muito como escritora.

Entrevista com M. S. Fayes

M.S Fayes é nada mais, nada menos que uma escritora típica de romances. Antes de ser escritora, ela é uma leitora voraz. Da leitura e múltiplos momentos de insatisfação com determinadas cenas, surgiu a vontade feroz de criar suas próprias histórias e determinar os destinos de seus personagens.

De uma brincadeira fugaz, surgiu seu primeiro livro. De lá pra cá já vieram outros na cola e daqui pra adiante, a ideia é que o ritmo seja mais intenso ainda.

O objetivo dela? Agradar os leitores. Ela vai conseguir isso? Não com todos, é claro. Mas há leitores e escritores para todo mundo. E o mundo da leitura é tão vasto e diverso que nos permite explorar todas as vertentes possíveis.
Se a sua vertente é um romance doce, fofo, bacana e light? Então você está no lugar certo!

Quanto à biografia da pessoa? Ela é como toda mulher comum. Filha, esposa, mãe, dona de casa, fisioterapeuta por amor, professora de dublagem, desenhista, blogueira, tatuadora e escritora. Eu sei...ela reúne alguns itens aí que são um pouco incomuns, mas o que vale é que sua grande paixão é escrever. E escrever pra vocês!







1. Sua primeira obra lançada foi Tapete Vermelho. Quando você escreveu, se imaginou no papel principal ou alguma amiga? Conte sua inspiração na mocinha.
R.  Se eu falar que me joguei na inspiração da Marina, foi mais como uma espécie de representação das mulheres latinas e morenas que quase nunca têm vez nos livros de romance. Ainda mais as exóticas que saem completamente do padrão convencional de beleza. E olha que não estou me "elogiando" aqui, hein?  Apenas dizendo que temos muitas meninas belíssimas nesse país, que quase nunca se enxergam nos livros que leem, exatamente porque têm belezas surpreendentes e incomuns.
As heroínas de romances normalmente seguem uma categoria: são loiras com a pele clara e leitosa e olhos claros. Claro que quando os livros se passam na Europa, onde a influência genética tem um fator decisivo, temos que compreender, mas muitas vezes, nos livros, isso fica padronizado como o protótipo da beleza pura e perfeita. Assim como a própria definição do corpo esbelto ao estilo modelo Victoria's Secret.
As brasileiras têm belezas muitas vezes agressivas, por conta da miscigenação dos povos colonizadores. Isso é fato. Basta viajar para o Exterior e observar a reação dos estrangeiros diante de uma mulher brasileira. Muitas vezes chega a ser constrangedor... hahahaha...
Então eu quis que Marina Fernandes representasse a mim e a todas. De uma forma geral.
Eu vibro ao extremo quando vejo uma brasileira "fisgando" um bom partido ultra mega gato power sensacional. Quase falo: Go girl! Arrasou! Uhuuuu!
Com exceção da brasileira que casou com o ator Matthew McConaughey, que não acho assim tão bela quanto as outras representantes, todas as outras recebem um High Five. Espera... quando elas "pegam" homem feio também não merecem High Five... hahahahah
Noooossa... como eu sou fútil... hahahhaha.
Acho que a atriz Yanna Lavigne poderia ser um bom exemplo de uma Marina.

2. O que você sente quando termina de escrever um livro?
R. Dois sentimentos perturbadores. Alívio por ter conseguido cumprir aquela etapa e ter vencido qualquer desafio e procrastinação. É maravilhoso virar e falar: Eu terminei. Eu cheguei ao final. Eu venci.
E deprê. Putz... fico deprimida quando coloco o FIM bem grandão lá no final... ficou redundante esse fim no final, mas deu pra entender, né?
Imagina... tu passa meses com aqueles personagens. É um vínculo que se estabelece ali.
Querendo ou não acaba sendo uma espécie de despedida, o momento de partir para outra galera. Dar tchau.
Talvez por isso muitas autoras optem por escrever séries, onde tenham que revisitar seus personagens amados sempre que quiserem. Talvez nunca consigam se desapegar.
Chegamos a sentir que os personagens realmente são "reais", sei lá.
Essa é a razão da razão que escrevo uns dois ou três livros simultaneamente. Porque sei que quando encerrar um, vou ter os outros como muleta para me sustentar no momento da dor... hahahaha...
Eu já estou sofrendo com o Phil, de DangeRock 3. Juro... acho que por isso protelo muito a finalizar um livro.
Muitas vezes prefiro pegar outro arquivo do que aquele que eu poderia terminar... só pra evitar a dor da despedida.

3. Dangerock se tornará uma série? Pode nos falar os livros previstos? Mitchell também será agraciado?
R. Então... a ideia nem era que fosse uma série. Eu juro. Sou inocente nessa parada aí. Ou, diferentemente de tantas autoras que são acusadas de prolongar a série, esticar a história com o intuito de faturar grana, aqui temos duas realidades diferentes: uma, não era a intenção inicial. Duas, faturar grana é meio surreal. Hahahahah.
Era para ser Eve e Brandon. Pronto e acabou.
Mas Malcom e Phil acabaram conquistando o coração dos leitores. Eu juro que eles eram para ser apenas personagens coadjuvantes e tal.
Daí o "polvo" clamou por livros para cada integrante. Eu respirei aliviada porque pensei: Ufa... a banda tem 4 integrantes, mas dois já se engataram um no outro, então só tenho dois livros pra fazer...
Mas ledo engano... o pessoal pediu pelo Mitch. Embora ele tenha criado um grande tumulto no coração dos leitores, que desejaram até mesmo uma morte vil e cruel para o personagem (tadinho), eu acredito que ele possa, sim, ser redimido dos atos atrozes que cometeu. E coloque a culpa na Tillie Cole, que conseguiu redimir o Rider, daí, me plantou a ideia para fazer o mesmo pelo Mitchell Clay.
Enfim... Malcom Rubber, o baterista, já está com seu livro devidamente em produção, na editora. Quando sai? Não sei. Hahahah... mas sei que vai ficar lindo.
E estou escrevendo o livro do Phil, que, ao meu ver, será o Gran Finale da série. Juro... Phil é... Phil... cara... ele é... bom... quem conhece a Fay Williams, minha personagem de Irresistível, da Trilogia, vai entender... O Phil é a versão masculina da Fay. Ele é louco, sem noção, desbocado, mas fofo e com um coração enorme. Ele é lindo. Juro. Vai ter briga e pancadaria por causa dele. E até eu estou no páreo, porque o ciúme que sinto é tão intenso que nem querendo dividir ele com vocês eu quero. Hahahahah...
Eu já estou sentindo esse ciúme mortal com o Malcom. O livro dele é fofo. A mocinha dele é um amorzinho. E você termina o livro sem saber se está gamado nele ou no Phil, porque já deixo a sanha para o próximo, claro.
Quanto ao Mitch... estou escrevendo devagar, mas ainda não tive um pico de inspiração alucinógena que me fizesse aloprar loucamente. Eu escrevi apenas a ideia original, a esquete.

4. Trilogia da lei é minha série favorita. Além de criativa, tratar de três áreas do direito, também tratou de uma nacionalidade pouca abordada, Húngara. Você conhece ou conheceu alguém com essa nacionalidade? Como foi o processo de criação do Gabe Szaloki?
R. Gabe Szaloki foi criado puramente do meu imaginário fértil, mas oriundo da inspiração que minha diva Nora Roberts sempre me incutiu. Eu tinha acabado de ler a série dos Irmãos Stanilasky, que são russos, e a dinâmica familiar deles me cativou por completo. Fiquei apaixonada. Então eu ainda estava na vibe.
Batendo papo com uma amiga, resolvi que escreveria sobre um advogado fodão, mas que ele teria descendência de algum país cativante e diferentão. Escolhemos os Balcãs para as pesquisas. Quase no Uni-duni-tê, saiu a Hungria.
Eu amo tudo o que se origina da cultura dos Balcãs. Idioma, cultura, costumes... acho tudo muito bacana para ser pesquisado.
Graças a Deus essa minha amiga me ajudou com pesquisas pertinentes, então Gabe Szaloki foi criado. A escolha do nome foi hilária. Abri a caixa de opções do Google e fui testando o nome na boca. Gabor foi o que ficou mais sedutor. Embora meu marido encha o saco e fique zoando, falando GAY-bor, o nome dele se fala GÁ – BÔR... é sexy.
A sugestão do piercing de língua foi dessa amiga minha também. Disse: coloca algo bem exótico nele. Tatuagens são algo comum e batido. Bom, o que poderia ser mais exótico do que um piercing, num advogado fodão, imponente e que você nunca esperaria ser perfurado?
Então, o processo de criação de toda a trilo foi muito divertido. Eu tive que assistir The Good Wife para ficar antenada nas cenas de tribunal em Boston. Meu marido me fazia companhia, porque odeio assistir TV.

5. Adoro seus contos. Tem romântico, olímpico e de outro mundo. Quando teremos mais?
R. Siiim! Adoro escrever contos! Se eu pudesse, só escreveria contos e novelas. Eu sou uma autora sucinta no contar de histórias. Eu gosto de chegar, contar e entreter. Fazer o leitor passar um momento bacana e pronto. Trazer um sorriso, um suspiro enlevado.
Não sou densa. Não sou de escrever dramas épicos ou livros com mais de 300 ou 400 páginas. Quando passo de 200 no word já estou vibrando.
Mas é meu estilo esse.
Eu sei que tem leitores que amam livros longos.
Sei que tem leitores que reclamam porque meus livros acabam muito rápido. Porque deixam um gostinho de "quero mais".  Eu acho esse sentimento bom até.
Eu acho que livros são como filmes: devem ter um início, meio e fim. Melhores filmes pra mim são as comédias românticas de uma hora e meia de duração. Pronto. Você senta ali, assiste e ri pacas.
Esse é meu estilo de escrita. Comédias românticas e fofas. Clichês mesmo. E acabam tendo a duração do estilo dos filmes que citei.
O dia que me atrever a escrever um Tolkien, aí quem sabe escrevo 500 páginas.
Você se imagina assistindo uma comédia romântica com mais de três horas de duração? Então basta projetar isso para um livro.
Daí você vai entender a minha dinâmica e fascínio por contos.
Eu adoooooro.
Estou com alguns que já quis soltar, mas estou segurando.
Estou escrevendo outros.
A mente não para nunca. Espero que continue assim. Hahahah... Ou a coisa vai ficar feia.

6. Quais são seus planos para 2017? Os lançamentos previstos e os imprevistos?
R. Bom, tem um conto que já antecipo que vou liberar que se chama Inverno em NY. Era pra ter saído no Inverno passado, em NY, claro. Não aqui... mas atrasei. Hahahahaha... Capaz que eu solte no nosso inverno mesmo. Paciência. Ou então vou ter que esperar até o final do ano para o inverno chegar ao outro hemisfério, onde a história se passa.
Estou pretendendo terminar o livro dois, Arrebatador, da Duologia Estúdio InSight, cujo primeiro conto foi o Avassalador.
O pirata gostoso... Eric Longham, personagem secundário de O Retrato da Condessa, virá em Mares Tempestuosos, mas creio que, por enquanto, somente em formato digital... mais que isso não posso adiantar...
Quem sabe DangeRock 2? Não sei.
Imprevistos sempre acontecem... esperemos que não aconteçam. Hahahaha... Mas, se rolar, com certeza vai se referir a algum  atraso na composição de alguma história que eu quis fazer e não fiz. Algum projeto que quis dar andamento e não dei. Algum plano de dominar o mundo e que não vingou. Coisas assim.

7. Qual seu ambiente preferido de escrever? Escreve quando se inspira, tem roteiro, metas ou apenas segue o fluxo.
R. Escrevo sempre na cama. No quarto. ( Não pense besteira...). Sentada em uma posição horrível e nem um pouco indicada para a coluna. Isso porque sou fisioterapeuta e sei que estou fodendo minha coluna. Mas enfim... é o lugar que mais me sinto voar com os dedos no teclado...
Não sigo roteiros... não sigo metas... metas são feitas para serem alcançadas ou quebradas.  Para evitar o desgaste, prefiro não segui-las. Hahahaha...
Muitas vezes eu abro meu pen-drive e escolho no impulso qual arquivo vou mexer.
Muitas vezes sinto um arroubo criativo direcionado a determinado livro, com cenas específicas e viajo na escrita.
Quando embalo, posso chegar a finalizar um projeto em poucas semanas. Depende da concentração. Mas normalmente isso em esgota.
Já passei mais de nove horas digitando direto. Comi apenas um hambúrguer do McDonald's, levantei 3 vezes para fazer xixi. E não... não fico com guloseimas ao meu redor ou snacks. Eu fico sentada sozinha, com uma garrafa de água e o computador. Nem chocolate eu como.
Algumas vezes digito ouvindo música. Para algumas cenas, já cheguei a colocar determinada música no Repeat mais de vinte, trinta vezes. Músicas muitas vezes me embalam muuuuito. Escrevi uma cena de amor do Malcom com sua mocinha, e do Phil, com sua garota, ouvindo uma música respectiva para cada um, que cada vez que ouvir agora, sempre me remeterá ao momento da escrita e à cena em si.
Acho isso mágico. Esse processo de criação.
E eu vou na tua fala sempre. Eu simplesmente sigo o fluxo.
Não tenho diálogos prontos. Eles saem da minha cabeça.

8. Além de escritora, você é blogueira com seus devaneios. O que anda mais difícil nesses dias? Escrever um livro ou devaneio?
R. Cara... não sei! Divagar antigamente era um processo tão fácil pra mim. A divagação simplesmente vinha à mente e flupt! Eu tinha que escrever. Ainda acontece isso, de vez em quando. Tenho uns arroubos súbitos. Mas são mais esporádicos.
Acho que o que mudou foram as prioridades. Hoje em dia, se eu pegar o computador, eu penso no prazo que tenho para finalizar tal projeto. Daí penso que tenho que escrever logo e abrir o arquivo tal.
Escrever as Divagações é mais um processo de devaneio, como vc mesmo disse. É descanso mental, onde eu posso rir e zoar das coisas que leio e me deixam chocada.
Eu amo compartilhar as impressões hilárias do mundo literário com os leitores. Essa identificação sempre vai permanecer, porque esse é um laço que nos une. O amor pelos livros. E o amor pelas viagens que estão nos livros. Mesmo as viagens mais doidas que as autoras colocam ali. E eu me enquadro em muitas, pode crer.
Sinto falta de ter mais tempo para divagar para as pessoas e blogar certinho, como fazia. Eu recebia um carinho descomunal e acho que não há preço que pague você ouvir um leitor falar que venceu um momento de depressão, quando perdeu o pai, porque abria o meu blog aos sábados e sabia que poderia rir dos textos que eu postava ali. Isso pra mim é demonstração de carinho extremo, sabe?  Dá um sentimento único de que fiz a diferença pelo menos, naquele momento, na vida daquela pessoa.
Poder compartilhar sorrisos é maravilhoso. Eu amo. O quanto puder fazer isso, farei.
Talvez seja por essa razão que eu escreva sempre nessa linha mais cômica. Talvez seja porque gosto de imaginar o leitor, onde estiver, sorrindo feliz, por estar simplesmente passando um bom momento. E putz... de certa forma? Estou "me" compartilhando com cada um de vocês. Quão mágico é isso?

9. Conte-nos um pouco sobre seu novo lançamento Rainbow e a Antologia do dia dos namorados.
R. Rainbow é um projeto especial nascido diretamente do meu coração. Quando comecei a escrever, foi com o intuito de tirar minha sobrinha adolescente de uma crise de depressão. A personalidade de Rainbow é a mesma dessa minha sobrinha. Elas são caladas, introvertidas, tímidas e antissociais ao extremo. Ao ponto de chegarem a não se identificar com o mundo ao redor ou acharem que são um peixe fora d'água.
Então criei uma personagem que seguisse o mesmo padrão comportamental e expus os sentimentos e pensamentos que eu achava que podiam estar sobrevoando a cabecinha da minha adolescente real. Essa sobrinha é muito parecida comigo em algumas coisas. A diferença é que sou expansiva e nada tímida. E como ela é, isso catalisou uma série de sentimentos internos que a fizeram entrar em depressão. Na época, para piorar, ela estava sofrendo bullying, pois tinha tido duas paralisias faciais e o povo, mesmo as que se diziam amigas, não perdoava. Vi minha sobrinha, de 14 anos, ferida ao extremo.
Rainbow é uma história de superação, mas de crescimento interno e pessoal. Onde a personagem buscou a força interior que havia dentro dela para lutar contra seus próprios conflitos internos. Thomas foi o agente e gatilho que a ajudou. De certa forma, "eu" projetei todos os conselhos que usava de Thomas, fazendo com que fossem usados para extrair dela o que havia de melhor.
E veja, eu falo misturado. Tanto da personagem fictícia, quanto da minha sobrinha. Porque graças ao processo todo de construção desse livro, ela pôde vencer o gigante que se avolumava dentro dela.
Então esse livro é especial para mim? Sim. Muito. Vou ter sempre uma história de amor por todo o processo que o envolveu.
Eu compartilhava os capítulos que ia escrevendo com ela. E podia vê-la saindo de onde havia se enfiado. E isso foi lindo, sabe?
Já valeu minha carreira de escritora ter podido usar esse dom criativo para ajudar alguém que amo tanto.
Rainbow é amor puro. Incondicional.
Há o medo interno de escritora no quesito da aceitação do público. Eu sei que minha sobrinha acha que pode "ser julgada" pelas características tão específicas ali citadas, mesmo que a personagem seja fictícia. Essa é uma preocupação, mas oro a Deus que o público ame tanto que eu amei escrever e se identifique com qualquer coisa. Mesmo que seja somente para sentir cada grama de amor que dediquei às linhas e parágrafos escritos.
Bom, a Antologia de Contos... está um arraso. E não por conta do meu conto, hein? Eu falo pelo apanhado de todos. São cinco contos lindos e diferentes, com estilos e pegadas completamente inerentes a cada escritora ali.
O meu, especificamente é exclusivo. Pensei em fazer algo do casal DangeRock, mas decidi que algo inédito poderia fazer um diferencial. É até meio temerário, já que algumas autoras estão entrando com personagens já cativados pelo público, mas enfim... espero realmente que os leitores gostem de Samantha e Adam.
Eles são um casal de bailarinos. Fofos. Bom, a menina é divertidíssima. O mocinho é um poço de presunção. Isso é uma receita criada para o sucesso do casal, certo? Hahahah...
Samantha é uma jovem bailarina que almeja uma posição grandiosa numa companhia de balé conceituada e vai fazer um espetáculo de renome. Qual não é sua surpresa quando o bailarino que fará par com ela não é ninguém mais, ninguém menos que sua paixonite na adolescência.
Entre ensaios exaustivos e atrapalhados, eles se surpreenderão com as descobertas de que o amor sempre esteve ao redor ali, eles que foram cegos para enxergar.
É um conto fofo e mimoso. Clichê até. Costumo me auto-intitular como a Rainha dos Clichês fofos. E estou de boa com isso. Hahaha...
Minha meta é levar a maior quantidade de corações flutuantes para os leitores. Deixarei ao encargo dos escritores que sabem cultivar as lágrimas e tensões nervosas esses momentos emocionantes. A mim, caberá os momentos doces e de entretenimento fácil e singelo.